domingo, 16 de junho de 2013

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domingo, 2 de agosto de 2009

e-Learning! A Revolução na propagação do Conhecimento.

O que é e-learning? Por Dailton Felipini.

Tecnicamente, o e-learning é o ensino realizado através de meios eletrônicos. É basicamente um sistema hospedado no servidor da empresa que vai transmitir, através da Internet ou Intranet, informações e instruções aos alunos visando agregar conhecimento especifico. O sistema pode substituir total ou parcialmente, o que é mais comum, o instrutor, na condução do processo de ensino. No e-learning, as etapas de ensino são pré-programadas, divididas em módulos e são utilizados diversos recursos como o e-mail, textos e imagens digitalizadas, sala de bate-papo, links para fontes externas de informações, vídeos e teleconferências, entre outras. O treinamento com o e-learning pode ser montado pela própria empresa ou por qualquer dos fornecedores desse tipo de solução já existentes no mercado.

Vantagens do e-learning.

Quais as vantagens! A primeira vantagem do e-learning, e que serviu como exemplo no inicio desse artigo, é o rompimento de barreiras geográficas e temporais. Com o e-learning, um curso sobre um novo produto, por exemplo, pode ser feito de qualquer local do planeta a qualquer momento, bastando para isso o acesso a Internet e uma senha. Enquanto, espera ser atendido pelo comprador, o seu vendedor pode puxar o lap-top e ler o texto sugerido no curso; em casa, enquanto seu companheiro(a) perde tempo assistindo Big Brother, o vendedor pode fazer os exercícios propostos pelo instrutor. Em síntese, o e-learning possibilita ao aluno gerenciar o seu próprio tempo disponível, dentro dos parâmetros estabelecidos pelo curso, e sem perder tempo com deslocamentos.

Outra vantagem do e-learning está relacionada a reprodução do conteúdo. Uma vez montado o curso para um aluno, a sua reprodução para dois, centenas, ou milhares de alunos pode ser feita a um custo marginal insignificante. Com um curso tradicional, o máximo que se consegue é montar turmas de alunos, até se completar todo o universo que se pretenda atingir numa escala crescente de custos, energia e tempo dispendido. Evidentemente, isso sugere que, para poucos alunos, talvez um treinamento convencional seja a solução mais adequada que o e-learning. Por outro lado, pensando em termos de políticas públicas de ensino, onde o universo se mede não em milhares, mas em milhões de candidatos à instrução, é possível que o e-learning, venha a representar uma verdadeira revolução na geração de conhecimento.

É importante ressaltar, que o e-learning não veio para substituir o ensino tradicional, da mesma forma que a Internet, não substitui a TV que, por sua vez, não fez desaparecer o rádio. O e-learning é uma nova ferramenta potencializada pela Internet e perfeitamente ajustada às características de nosso tempo, marcado pela agilidade, velocidade e gigantescos volumes de informação a serem digeridos. No que se refere às empresas, o objetivo não deve ser simplesmente substituir a forma de ensino tradicional pelo e-learning, mas sim, utilizar essa ferramenta na medida adequada às suas necessidades. De tal forma que os objetivos da organização sejam plenamente atingidos.

Fonte: e-commerce

De Acordo com o texto vemos as inúmeras vantagens do Ensino a Distância que veio como forma de complementar as formas de transmitir conhecimento com o apoio das Tecnollogias de Informação!

O aluno dedicado ao compromisso do estudo se sai bem independetemente da forma de ensino, então aproveite o que a Tecnologia de Ensino tem a lhe oferecer e conquiste seus objetivos.

sábado, 1 de agosto de 2009

Você sabe o que é "Grid Computing"? leia o texto e fique por dentro desse projeto.

[ Services ] Grid Computing

Para falicitar a leitura, cliquem no botão superior direito que tem o nome de "Toggle Full Screen" e depois aumentem o "Zoom In" no "+" da Lupa!

Moodle!

http://www.profissionaisdeweb.com/wp-content/uploads/2008/04/moodle.jpg

Moodle é provavelmente o nome da ferramenta mais conhecida para o gerenciamento de sites e-Learning. A ferramenta grátis é desenvolvida em PHP e já conta com mais de 330 mil usuários registrados em mais de 70 línguas diferentes. A ferramenta é bem semelhante a do Wordpress, onde basta instalar e customizar conforme as suas necessidades.

Muitas instituições de ensino (básico e superior) e centros de formação estão adaptando a plataforma aos próprios conteúdos, com sucesso, não apenas para cursos totalmente virtuais, mas também como apoio aos cursos presenciais. A plataforma também vem sendo utilizada para outros tipos de atividades que envolvem formação de grupos de estudo, treinamento de professores e até desenvolvimento de projetos. Muito usado também na Educação a distância. Outros sectores, não ligados à educação, também utilizam o Moodle, como por exemplo, empresas privadas, ONGs e grupos independentes que necessitam interagir colaborativamente na Internet.

Vale lembrar também que o Moodle possui uma leve semelhança com o mundialmente conhecido http://www.samshiraishi.com/wp-content/uploads/2008/03/logo_orkut.jpg, com a diferença de ter seu direcionamento focado na educação e interação entre estudantes e professores.

As tecnologias envolvidas em groupware

Groupware - é uma palavra da língua inglesa que designa as ferrementas computacionais existentes para facilitar a comunicação, colaboração e coordenação de ações de diversas pessoas.Trata-se de uma série de ferramentas que permitem que pessoas trabalhem melhor juntas, o que facilita a integração, possibilita mais criatividade e inovação dentro da empresa, além de também permitir que respostas sejam encontradas rapidamente.

Segundo CRUZ (2002:80), o groupware pode ser considerado como um "Guarda-Chuva", sob o qual estão inúmeras outras tecnologias oriundas da idéia principal de permitir que as pessoas trabalhem em grupo, fazendo com que as atividades que compõem um determinado processo sejam bem- sucedidas.

Por isso, muitos produtos podem ser caracterizados como da família Groupware, mais é preciso saber dividir as aplicações de forma correta.

As tecnologias de groupware podem ser dividas em 3 grupos, quanto à sua categoria de aplicacões:

  • aplicações baseadas em comunicação organizacional;
  • aplicações baseadas em grandes volumes de dados e transações;
  • aplicações baseadas em documentos em formulários;

Dessa maneira vemos como as tecnologias de AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem) tem evoluido significamente para o desenvolvimento de práticas educaionais!!

Viva a Tecnologia da Informação!!!
http://thumbs.dreamstime.com/thumb_255/1207552656v8E35n.jpg


>> Moodle

Emprego de recursos da Informática na EAD!

Emprego de recursos da Informática na EAD

Considerando-se que toda a tecnologia pertinente deve ser utilizada na educação, visando a formação do pensamento crítico de estudantes e professores para a resolução de problemas, de imediato a EAD utiliza-se de diferentes mídias para fazer as transferências de material e para a programação de aulas, escolhendo a mídia adequada de acordo com o tipo de aluno e infra estrutura disponível.

O uso dos recursos da informática enriquecem os ambientes de aprendizagem, pela interação entre o aluno e o computador, ou seja, cada estudante é um sujeito ativo, e através destes recursos pode obter informações e esclarecer suas dúvidas mais rapidamente. O desenvolvimento das atividades, neste ambiente, busca incentivar o questionamento, a reflexão sobre as próprias ações e, principalmente, a cooperação entre os agentes do processo de ensino-aprendizagem.

Os avanços da micro informática indicam uma tendência excepcional para a educação, através da multimídia e da realidade virtual, principalmente para o ensino de matérias que requerem exercícios e experiências simuladas. Através do uso das redes, o aluno poderá estar constantemente em comunicação com outros alunos, professores, pesquisadores, ou pessoas da comunidade, proporcionando uma melhor formação educacional e social.

Tradicionalmente, o material destinado ao Ensino à Distância consiste essencialmente em material estático, veiculado através de textos pré-impressos, cassetes de áudio e de vídeo ou programas de rádio e de televisão. O material utilizando tecnologia hipermídia associada, abre novas perspectivas: pode ser desenvolvido em menos tempo, tolera facilmente as alterações e pode ser distribuído de um modo relativamente mais rápido através das redes de comunicação de dados, se comparado com o correio, meio de difusão utilizado no material de estudo à distância tradicional.

Os recursos utilizados na pesquisa foram os meios de comunicação da Internet, como o email, ftp, telnet, talk, o netscape e a linguagem para a construção de hiperdocumentos. Também foram estudados os conceitos de redes como o Mbone, conceitos e aplicações de videoconferência e softwares educacionais citados nos itens abaixo.

Mbone

O Mbone é uma rede virtual construída sobre a Internet que utiliza uma rede de roteadores que suportam multicast IP (difusão seletiva, onde a máquina escolhe se quer participar da transmissão). É utilizado para as conferências por difusão, onde uma estação transmite o material e um grande grupo de pessoas pode receber a transmissão em tempo real simultaneamente, independente de suas posições geográficas, utilizando som e vídeo. A utilização de difusão seletiva fornece um ganho de processamento de CPU e largura de banda quando vários sites estão envolvidos simultaneamente. Os participantes remotos tem a possibilidade de falar, participando de discussões e fazendo perguntas.

Antes de se realizar uma conferência é necessário alocar, reservar e anunciar uma sessão multicast, e cada participante precisa acessar os anúncios.

Esta rede é composta de subredes que estão conectadas umas as outras através de enlaces ponto-a-ponto virtuais, possibilitando a transmissão de pacotes multicast entre os roteadores que não suportam esta forma de endereçamento.

O Mbone tem sido utilizado para a transmissão de aulas, seminários e para a transmissão de materiais, permitindo alcançar os resultados propostos pela EAD.


Videoconferência

A videoconferência emprega um conjunto de facilidades, serviços que utilizam meios eletrônicos conectados a uma rede de teleconferência, permitindo que várias pessoas de lugares distintos participem de uma conferência.

O uso da videoconferência aumenta a produtividade e diminui custos. Pode ser usada para realizar aulas, cursos, palestras reuniões remotas e videofone. Permite o compartilhamento de recursos, expondo documentos em uma área de acesso comum (quadro-branco). Tornando possível apresentar um relatório e um gráfico, ao mesmo tempo que se discute o conteúdo de um documento.

Para a videoconferência tem-se utilizado o software CU-SeeMe, produzido pela universidade de Cornell, que funciona por meio de TCP/IP, ou seja, por meio de rede local que utilize este protocolo, ou através da Internet.

Na videoconferência a câmera filma o professor dando aula, ou uma palestra, e as imagens são transmitidas ao vivo para grupos de aluno em qualquer lugar, e as imagens dos alunos são transmitidas ao professor. Neste caso os alunos podem tirar suas dúvidas em tempo real fazendo perguntas e participando de discussões.

A câmera utilizada é a QuickCam por não necessitar de placa digitalizadora e ser conectada diretamente na porta serial.

Internet

A Internet consolida-se como principal meio difusor das telecomunicações multimídia. Reúne num só meio de comunicação as vantagens dos diferentes modos de comunicação, de forma interativa, permitindo que o usuário tenha acesso a informações distribuídas em qualquer lugar desta rede mundial.

Entre seus principais serviços, tem-se o correio eletrônico, que permite escrever e enviar uma mensagem para uma pessoa em qualquer lugar do mundo. Assim os alunos podem tirar dúvidas com professores, com colegas e participar de grupos de discussões sobre um determinado assunto.

O protocolo Telnet estabelece uma conexão remota entre computadores. Ele permite executar programas e comandos em outra máquina, fazendo da máquina local um terminal da máquina remota. Tem-se também o protocolo FTP, destinado à transferência de arquivos: o usuário pode navegar entre os diretórios dessa conta e transferir arquivos de uma máquina para outra, podendo também buscar arquivos específicos.

O Talk é um recurso que permite a comunicação interativa entre duas ou mais pessoas, estabelecendo uma comunicação em tempo real. Este recursos é bastante útil para o estabelecimento da comunicação aluno-professor e entre os próprios alunos.

Os cursos poderiam, então ser produzidos por uma universidade convencional e remetidos à universidade virtual pela Internet, ficando à disposição dos alunos através de arquivos para serem adquiridos por FTP, ou através de hiperdocumentos.

As dificuldades encontradas com relação ao uso da Internet são que o volume de dados é grande quando são utilizados os recursos de multimídia, o que não seria atrativo ao usuário devido a demora para o acesso destes arquivos. Outra dificuldade encontrada é a necessidade de uma configuração mínima de recursos de hardware, com no mínimo um processador 486 e memória RAM de 8Mbytes. Quanto aos softwares, há muita incompatibilidade de formatos de arquivos, dificultando o uso da Internet.

Aplicações

Como experiência inicial, está sendo desenvolvida uma apresentação sobre o Grupo PET (Programa Especial de Treinamento) de Informática da Universidade Estadual de Maringá, tendo como público alvo os acadêmicos dos cursos de Ciência da Computação e Processamento de Dados que poderiam participar do processos de seleção deste programa. O PET é um programa financiado pela CAPES que visa a formação acadêmica e crítica de auto-nível. Além da formação técnica, busca a formação do aluno como membro atuante na sociedade.

Este trabalho visa esclarecer os alunos sobre o processo de seleção e atividades desenvolvidas pelo Grupo PET, aplicando recursos de multimídia e hipertexto para elaboração da apresentação como o Toolbook, Visual Class e HTML, utilizando recursos da Internet e videoconferência para a apresentação e divulgação do PET.

A elaboração desta apresentação emprega o Multimedia Toolbook 4.0, um software de autoria que usa a metáfora de um livro para definir um aplicativo, possuindo comandos baseados em ícones, botões, telas suspensas e dados exibidos em caixas. Através do Toolbook pode-se criar protótipos de aplicativos, cursos interativos de treinamento e tutoriais, sistemas de menus, aplicativos no estilo banco de dados, demonstrativos de produtos e programas hipermídia.

O Toolbook provê várias facilidades ao professor, permitindo que este desenvolva suas aulas e suas próprias animações.

Utilizou-se a linguagem HTML para a elaboração de um hipertexto descrevendo as atividades do grupo e o processo de seleção de novos bolsistas, além de outros tópicos que caracterizam o PET e seus objetivos. A utilização da linguagem HTML torna possível a navegação pelo texto, através de links que podem ser feitos em figuras e palavras, permitindo uma maior disponibilização da informação na Internet.

Estes softwares também foram utilizados para o desenvolvimento de aulas junto ao Núcleo de Educação a Distância da UEM.

Conclusão

A metodologia de Educação a Distância tende a se desenvolver ao longo do tempo, principalmente com a utilização de recursos computacionais, como multimídia, realidade virtual, redes de computadores, etc.

A EAD tem sido aplicada com sucesso em vários países, porém no Brasil ainda há muitas dificuldades para a sua aplicação devido à falta de recursos adequados, dificuldades de comunicação e de transmissão de multimídia. Apenas recentemente, com a nova Lei de Diretrizes e Bases, a EAD foi contemplada com uma possibilidade efetiva de ser aplicada no Brasil.

Espera-se, com este trabalho, contribuir para a disseminação do uso dos atuais recursos computacionais através do desenvolvimento de aplicações embasadas nos princípios da EAD.

REFERÊNCIAS


GONÇALVES, Consuelo Tereza Fernandez; "Quem tem medo de Ensino a Distância", Educação a Distância, n° . 7-8, 1996, INED/IBASE.

LITTO, Fredric M.; "Educação Sob Medida", Byte, fev/97.

MARTINS, Joaquim Arnaldo; PINTO, Joaquim Sousa; "O WWW e o Ensino e Treino à Distância - Produção e acesso ao courseware "

MARTINS, Onilza Borges; "A Educação Superior a Distância, Uma Modalidade de Educação Permanente para a UFPR", Educação a Distância, n° . 4-5, abril/1994, INED/IBASE.

NEVADO, Rosane Aragon; "Processos Interativos e a Construção de Conhecimento por Estudantes de Licenciatura em Contexto Telemático".

NUNES, Ivônio Barros; "Noções de Educação a Distância", Educação a Distância, n° . 7-8, 1996, INED/IBASE.

TODOROV, João Claudio; "A Importância da Educação a Distância", Educação a Distância, n° . 4-5, abril/1994, INED/IBASE.

MELCHIORS, Cristina; "Mbone", dezembro/1996. http://penta.ufrgs.br/redes296/mbone/tutmbone.htm

Cenários de Utilização de Web Services!

Pessoal, meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) foi implementado apartir do estudo de Web Services e Usabilidade de Interfaces de Computador. Área muito interessante para estudo para aqueles que gostam de desenvolvimento de sistemas distriuídos assim como eu. :)


Abaixo temos alguns cenários de utilização!


Apresentação de alguns cenários de utilização de SOAP com Web Services.

Cenário1: Acesso a Web Services através do Navegador

Os navegadores são as principais ferramentas utilizadas para a busca de informação na Internet. Portanto é interessante (pra não dizer necessário) que eles possam acessar Web Services com a mesma facilidade que qualquer outra aplicação desenvolvida no lado do servidor (escrita em linguagens como C++, PHP, JAVA) o faria. Nesta sessão, daremos uma visão geral das soluções que os browsers Mozilla e IE já trazem como resposta para este novo desafio, que é o acesso a Web Services, via browser, usando SOAP.

  • Interfaces do Mozilla

    • A versão 1.0 do Mozilla trouxe uma grande novidade: o suporte nativo a SOAP em um browser, embora este suporte seja apenas parcial para a versão SOAP 1.0. Uma aplicação rodando no Mozilla, ou no Netscape 7.0 (já que ele utiliza o mesmo engine que o Mozilla) pode acessar um Web Service, usando chamadas em SOAP, diretamente do navegador, sem a necessidade de fazer uma chamada a uma aplicação no servidor. A resposta ou dados retornados pelas chamada podem ser acessados através dos métodos do DOM level 2, já que trata-se de uma resposta XML.

      Fig 2. Aplicação JavaScript acessando Web Services através do browser Mozilla.

      Esse novo suporte surgiu como uma nova API, que permite o acesso a Web Services, através de uma interface JavaScript. Através desta interface é possível criar, enviar e receber mensagens SOAP através do browser.

      Referências

  • Interfaces do IE

    • O Internet Explorer possui uma abordagem diferente para acessar Web Services. A Microsoft define os chamados: WebService behaviors. Um WebService behavior é definido como um componente HTML (HTC), e pode ser utilizado à partir da versão 5 do IE.

      A característica fundamental de um WebService behavior é o fato deste se comunicar com WebServices usando SOAP e HTTP(para o transporte da mensagem).

      Referências

Cenário 2: Cliente acessando Web Services no servidor.

Vamos apresentar agora um segundo cenário de utilização de SOAP e Web Sevices. Neste novo modelo, em vez de existir um browser realizando chamadas SOAP, temos uma aplicação cliente (definida em JAVA, C++, ou outra linguagem) enviando estas chamadas para um serviço no servidor.

Nossa aplicação cliente pode acessar diretamente um Web Service, seja ele um EJB (Enterprise Java Bean) ou mesmo uma aplicação JAVA. O Web Service processa a chamada (possivelmente acessando o seu Banco de Dados) e retorna uma resposta ao cliente.

A figura abaixo nos fornece uma visão geral deste processo: A aplicação cliente, após localizar o serviço remoto(definido por um documento WSDL), invoca os seus serviços através de RPC. O Web Service recebe a chamada, a processa e envia uma resposta. É válido lembrar, que ambos (cliente e Web Service) "conversam" usando SOAP em cima de HTTP.

Fig 3. Aplicação cliente acessando diretamente um Web Service.

JAX-RPC

A especificação J2EE da Sun Microsytems, define um conjunto de API's para acessar WebServices em um ambiente distribuído. Este conjunto de API's, conhecido como JAX-RPC, permite realizar chamadas de RPC, utilizando-se SOAP. JAX-RPC foi desenvolvido com o objetivo de “esconder” a complexidade de SOAP. Dessa forma, não é necessário escrever uma chamada SOAP explicitamente. Podemos usar esta API para montarmos as chamadas RPC, codificando em JAVA.

JAX-RPC baseia-se em um documento WSDL para a descrição de um Web Service. Dessa forma, um cliente pode acessar a descrição (WSDL) do serviço remoto, e realizar as chamadas.

JAX-RPC não limita que o cliente e o Web Service sejam desenvolvidos na plataforma JAVA. Um cliente JAVA pode fazer chamadas a um serviço desenvolvido em uma plataforma não-JAVA , assim como um serviço implementado em JAVA pode ser acessado por uma aplicação não-JAVA.

Referências

Cenário 3: Acessando Web Services no lado servidor

Neste último cenário temos um aplicação cliente acessando uma aplicação no servidor. Esta, por sua vez, faz chamadas a diversos Web Services em diferentes máquinas, processa as respostas destes serviços e, por fim, envia uma resposta ao cliente. Um exemplo interessante seria, por exemplo, um site que faz a cotação de preços de livros em várias lojas virtuais pela Internet. Vamos nos referir a este site, como site de cotações.

No nosso exemplo, supomos que cada loja virtual possua seu próprio Web Service. Este Web Service deve receber o pedido para uma determinada cotação(tipo de produto) e enviar uma resposta contendo o preço do produto.

Uma aplicação cliente (no caso o browser) acessa o site de cotações. Em seguida, o usuário do sistema preenche um formulário HTML contendo o dados sobre os livros a serem pesquisados. Ao terminar, os dados são enviados através de uma requisição (POST) ao servidor. No servidor, uma aplicação recebe a requisição, localiza os serviços disponíveis (Web Services), com base numa lista pré-estabelecida, e envia as mensagens (SOAP), contendo as requisições de preço do produto(livro).

O serviço(Web Service) da loja virtual, recebe o pedido e o processa. Caso seja um pedido válido, e a loja contenha aquele livro em seu estoque, o serviço retorna uma mensagem (SOAP) contendo a cotação do livro no corpo da resposta. A aplicação servidora recebe então as resposta das diversas lojas (subentende-se serviços), processa os dados recebidos e envia um formulário HTML para o browser do usuário, contendo todas as cotações para aquele determinado livro.

A figura abaixo ilustra o funcionamento deste sistema:

Fig 4. Sistema de pesquisa em lojas virtuais - Aplicação no servidor acessando diversos Web Services.

A grande vantagem desse modelo, portanto, é que a informação pode estar distribuída pela WEB, podendo facilmente ser acessada e filtrada de acordo com nossas necessidades. Sendo somente necessário localizarmos os diversos serviços (Web Services) e construirmos as chamadas de forma correta.

Referências


domingo, 17 de maio de 2009

Saudações!


Estou iniciando as postagens no blog, com fins de estudo e informação relacionados á vários assuntos.